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Em 1669, o alquimista alemão Hennig Brandt descobriu acidentalmente o elemento fósforo numa de suas tentativas de transformar metais em ouro. Somente em 1826, o químico inglês John Walker apresentou os palitos de fósforo, então com oito centímetros de comprimento. Na verdade, ele estava usando um palito para misturar potassa e antimônio, que se incendiou quando foi raspado ao chão de pedra. O perigo era que os palitos costumavam incendiar-se dentro da embalagem.

Esse problema seria resolvido somente em 1855, com o surgimento do fósforo de segurança, criado pelo sueco Johan Edvard Lundstrom. Nele, os ingredientes inflamáveis foram separados em dois: parte na cabeça do palito, parte do lado de fora da caixa, junto com o material abrasivo. A primeira caixinha de fósforos foi patenteada pelo advogado americano Joshua Pusey em 1892 e produzida por uma firma de Ohio quatro anos depois.

O palito de fósforo não tem pólvora

A cabeça dos palitos de fósforos não possui pólvora em sua formulação. A composição química é formada por vários produtos químicos (oxidantes, combustíveis, aglutinantes, catalisadores de reação e materiais de carga) com a finalidade de produzir um acendimento macio e propagar chama para o palito, mas não há pólvora nesta mistura.

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